Primeiramente tive que "envelhecer" algumas décadas para conseguir superar todos os desafios do caminho (subida). Tal "envelhecimento" me permitiu silenciar, calar, observar, focar em cada etapa (passo-a-passo), esvaziar a mente e me conectar com minhas potencialidades e com isso alcancei um pouquinho de sabedoria.

Me renovei (topo e descida), e após "envelhecer" me tornei mais jovem, com a garra, energia, foco e com um pouquinho de sabedoria para alcançar meu objetivos e metas (pessoais e profissionais).

Desafios nos assustam, nos motivam, nos forçam ao desenvolvimento e à auto superação.

Desde bebês encaramos os primeiros desafios como aprender a caminhar, falar, andar de bicicleta. Iniciamos a escola, damos o primeiro beijo, buscamos o primeiro emprego e, com nossas conquistas básicas, fortalecemos o nosso “EU” e criamos quem somos hoje.

Quando falamos em eficiência e eficácia logo vêm à mente as palavras: objetivos e processos. Será que é possível ser eficiente e eficaz, ou seja, ser ágil, rápido nos processos e alcançar os resultados almejados quando estamos executando algo que não nos preenche?

Será que vale a pena arriscar projetos, imagens, tanto da empresa quanto do colaborador, simplesmente porque precisamos ser multiuso e multifuncional, como o mundo dos negócios nos dita?

Será realmente que vale a pena?