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Se Raul Seixas fosse vivo hoje, e compusesse hoje “Metamorfose Ambulante”, ela teria de ser repensada. Afinal, estar em constante mudança e adaptação não é questão mais de “preferência”, e sim de necessidade.

E, assim, Souza (2002) complementa: “o futuro a gente não adivinha, a gente inventa!” (p. 21). Isso porque deve-se ter em mente que é importante saber lidar com a enorme quantidade de variáveis que afetam o cenário das empresas, não para tentar prever o futuro, mas, sim, para conduzir a organização ao futuro que se deseja.