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Chegamos ao fim de mais um ano e muitas coisas aconteceram nestes últimos tempos, não é mesmo! E às vezes o que gostaríamos de ter realizado ou iniciado, acabou sendo deixado para trás.

Então, a cada início de um novo ano, costumamos nos questionar ou até prometer algumas mudanças, novas realizações, batalhar por nossas necessidades ou até mesmo por nossos sonhos.

Mas muitas vezes isso acaba ficando somente no campo das ideias, nos desejos não realizados e nas frustrações por não conseguir mudar.

Se Raul Seixas fosse vivo hoje, e compusesse hoje “Metamorfose Ambulante”, ela teria de ser repensada. Afinal, estar em constante mudança e adaptação não é questão mais de “preferência”, e sim de necessidade.

E, assim, Souza (2002) complementa: “o futuro a gente não adivinha, a gente inventa!” (p. 21). Isso porque deve-se ter em mente que é importante saber lidar com a enorme quantidade de variáveis que afetam o cenário das empresas, não para tentar prever o futuro, mas, sim, para conduzir a organização ao futuro que se deseja.

Embora conhecida, vale a pena recordar a história do barqueiro de Percepolândia.

“Num distante país, havia uma cidade chamada Percepolândia. Para chegar a ela os viajantes precisavam atravessar um rio muito largo e perigoso. Apenas um barqueiro, muito experiente, fazia essa travessia com toda a segurança. Certo dia chegou uma família que se mudava para a cidade. Durante a travessia o chefe dessa família perguntou ao barqueiro: