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Os líderes atuais estão de fato preparados para lidar com os novos talentos? E os novos talentos estão sabendo se posicionar de tal forma a serem percebidos por seus colegas e superiores por suas competências? Eis aqui dois questionamentos que, ao meu ver, são, além de atuais, desafiadores para ambas as partes.

Para saber se você é um líder de verdade, conte quantas pessoas prestam atenção ao que você diz. Isso poderá revelar a medida de sua capacidade de liderança, a influência que você exerce sobre os outros. Competência fundamental para um gerente, porque para um diretor ou um CEO é muito mais fácil se fazer ouvir. Quem afirma isso é o norte-americano John C. Maxwell, autor de As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança e O Líder 360º (ambos da Editora Thomas Nelson Brasil).

Ele já tem cerca de 50 livros publicados e 13 milhões de exemplares vendidos. E vem ao Brasil pela primeira vez este ano para a conferência O Segredo do Líder 360º, que deve ocorrer no fim deste mês, em São Paulo. Para o americano, nenhuma outra habilidade pode compensar a falta de liderança de um profissional. No entanto, com um plano de desenvolvimento bem elaborado, qualquer um pode se tornar um bom líder. Como? Veja o que ele diz nesta entrevista exclusiva concedida à VOCÊ S/A.

Como liderar para cima, para baixo e para os lados?

Você quer ter uma liderança positiva? Confira dez dicas que o ajudarão a alcançá-la.

Um dos assuntos mais discutidos dentro das organizações hoje é a Liderança. Após algumas transformações na maneira de se fazer gestão, ampliando o foco que antes estava restrito aos negócios para as pessoas e como elas podem e devem trabalhar, essa figura passou a ser o centro motivador de grandes conquistas, uma vez que é capaz de impulsionar o crescimento de outras pessoas e das empresas em que se encontram. Mas ainda temos que tomar cuidado para não interpretarmos de maneira errada o que vem a ser a liderança e como exercê-la de modo positivo.

Criados à partir da satisfação de suas próprias necessidades, a nova geração de “subordinados” chega com pouquíssima noção de “subordinação à autoridade”. Os fatores que determinam este comportamento são muitos e vão desde a tendência à democracia familiar corrente nos dias de hoje até a compensação por ausência utilizada por muitos Pais que trabalham. O Fato é, temos uma geração que conviveu durante sua formação com modelos de liderança incompatíveis com o ritmo das necessidades de uma sociedade de consumo.

PARA A LIDERANÇA

Nos últimos tempos percebe-se uma preocupação e atenção com a construção e consolidação da Marca, e aqui ainda me refiro à marca empresarial. E isso não diz respeito apenas às grandes corporações, as micro, pequenas e médias empresas também estão atentas. Mas o meu propósito nesse espaço é provocar e desafiá-los a algumas reflexões, em especial no que tange a nossa Marca Pessoal. Você já parou para pensar “O que faz as pessoas lembrarem de você?”; “As lembranças que as pessoas têm de você é a que você gostaria de ter?”

Em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado, percebe-se uma necessidade que demanda profissionais diferenciados, com características e perfis diferentes do que até então estávamos acostumado a encontrar. Tal cenário exige líderes que apresentem duas competências determinantes: visão estratégica e visão do negócio.