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Chegamos ao fim de mais um ano e muitas coisas aconteceram nestes últimos tempos, não é mesmo! E às vezes o que gostaríamos de ter realizado ou iniciado, acabou sendo deixado para trás.

Então, a cada início de um novo ano, costumamos nos questionar ou até prometer algumas mudanças, novas realizações, batalhar por nossas necessidades ou até mesmo por nossos sonhos.

Mas muitas vezes isso acaba ficando somente no campo das ideias, nos desejos não realizados e nas frustrações por não conseguir mudar.

Se Raul Seixas fosse vivo hoje, e compusesse hoje “Metamorfose Ambulante”, ela teria de ser repensada. Afinal, estar em constante mudança e adaptação não é questão mais de “preferência”, e sim de necessidade.

E, assim, Souza (2002) complementa: “o futuro a gente não adivinha, a gente inventa!” (p. 21). Isso porque deve-se ter em mente que é importante saber lidar com a enorme quantidade de variáveis que afetam o cenário das empresas, não para tentar prever o futuro, mas, sim, para conduzir a organização ao futuro que se deseja.

Imagine você realizando um sonho, algo que te fez trabalhar duro por anos. Na lembrança, suor na camisa, dor no corpo e a ansiedade de uma mente esperançosa. A última coisa que você quer é que algo aconteça de errado, não é? Pois bem, mas infelizmente imprevistos acontecem.

No dia 12 de junho, na estreia do Brasil na Copa do Mundo, o nosso lateral esquerdo, Marcelo, teve a infelicidade de fazer um gol contra logo nos primeiros minutos da partida. Seu rosto transpareceu o caos e a dor do autoflagelo. Não há dúvida de que a situação era bastante conflituosa.

Hoje, mais do que nunca, o esporte é visto como parte fundamental para a construção de uma vida saudável e equilibrada. Não importa se é uma simples caminhada matinal, natação ou um esporte coletivo. Colocar o corpo para se mexer traz inúmeros benefícios. Está de mal humor, sono constante e falta de vitalidade? Que tal suar um pouquinho?

Mas e quando o esporte deixa de ser apenas uma busca por uma melhor qualidade de vida e passa a ser a profissão e ganha pão? Será que basta levantar logo de manhã, vestir seu short ou agasalho de treino e ir em frente? O que diferencia um atleta com altas pretensões e os amadores?

Parece fácil e estimulante quando lemos artigos que afirmam que o sucesso de nossa carreira está em nossas mãos!!!!!! Está?? Sim, está se nos atentarmos a aspectos importantes que envolvem nosso autoconhecimento e o propósito da empresa, isto é suas expectativas estão alinhadas com os projetos da empresa?

A Aventura de Viver a Vida!

No mundo empresarial/dos negócios os profissionais são cada vez mais desafiados a buscarem o auto desenvolvimento, a melhoria da qualidade e dos resultados, portanto essas vivências possibilitam o contato com as questões do dia-a-dia, tais como: motivação, novos territórios e descobertas, conquistas, decisões e superação.

A ESTAÇÃO SUPERAÇÃO CONTRIBUI PARA QUE AS PESSOAS ENTREM EM CONTATO COM SEUS TALENTOS E LIMITAÇÕES POR MEIO DA VIVÊNCIA E EXPERIÊNCIA E QUE POSSAM FAZER MELHOR USO DE SUAS COMPETENCIAS EM SUAS VIDAS PESSOAIS E PROFISSIONAIS.

Primeiramente tive que "envelhecer" algumas décadas para conseguir superar todos os desafios do caminho (subida). Tal "envelhecimento" me permitiu silenciar, calar, observar, focar em cada etapa (passo-a-passo), esvaziar a mente e me conectar com minhas potencialidades e com isso alcancei um pouquinho de sabedoria.

Me renovei (topo e descida), e após "envelhecer" me tornei mais jovem, com a garra, energia, foco e com um pouquinho de sabedoria para alcançar meu objetivos e metas (pessoais e profissionais).

Desafios nos assustam, nos motivam, nos forçam ao desenvolvimento e à auto superação.

Desde bebês encaramos os primeiros desafios como aprender a caminhar, falar, andar de bicicleta. Iniciamos a escola, damos o primeiro beijo, buscamos o primeiro emprego e, com nossas conquistas básicas, fortalecemos o nosso “EU” e criamos quem somos hoje.

Os líderes atuais estão de fato preparados para lidar com os novos talentos? E os novos talentos estão sabendo se posicionar de tal forma a serem percebidos por seus colegas e superiores por suas competências? Eis aqui dois questionamentos que, ao meu ver, são, além de atuais, desafiadores para ambas as partes.

Se você for questionado: “É melhor ser proativo ou medíocre?”, certamente você responderá que a proatividade é melhor.

Mas como você está lendo este texto sozinho, pense bem, como está acontecendo hoje suas práticas profissionais?

Responda para você mesmo, não tente se enganar. Analise cada tarefa do dia a dia e anote no papel quais foram as últimas três mudanças que você aplicou em sua rotina.

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