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Hora de Mudar. O que fazer? Escolha!

Se Raul Seixas fosse vivo hoje, e compusesse hoje “Metamorfose Ambulante”, ela teria de ser repensada. Afinal, estar em constante mudança e adaptação não é questão mais de “preferência”, e sim de necessidade.

E, assim, Souza (2002) complementa: “o futuro a gente não adivinha, a gente inventa!” (p. 21). Isso porque deve-se ter em mente que é importante saber lidar com a enorme quantidade de variáveis que afetam o cenário das empresas, não para tentar prever o futuro, mas, sim, para conduzir a organização ao futuro que se deseja.

É evidente demais em todos os noticiários cotidianos, assim como nas experiências vivenciadas, que o ambiente em que todos estamos inseridos é extremamente dinâmico. Por isso, o desafio consiste em construir empresas vencedoras, capazes de lidar com este turbilhão de ameaças e oportunidades.

Como o Gestor deve se comportar neste meio? Como suas ações (ou a falta delas) podem afetar positiva ou negativamente o curso da organização?

O ponto efetivamente de partida no processo de mudança está no líder. Este deve, sem nenhuma sombra de dúvida, saber ONDE CHEGAR, e POR QUÊ. Não que sem ele não haja mudança, pois ela pode ser inevitável. A diferença é que, com um bom líder, a equipe FAZ a mudança acontecer à sua maneira, e não aleatoriamente.

A única coisa capaz de vencer a oposição é sua firme determinação. E essa determinação deve transpirar pela pele, deve evidenciar-se pela coragem, na força e na segurança para enfrentar dificuldades. Lembre-se sempre de que os holofotes estão sobre você e, se seus parceiros percebem hesitação, recuam. E a oposição avança. (RACHED, 2002, p. 44)

Assim, saber ONDE se quer chegar e POR QUÊ se quer mudar significa estar à frente da turbulência, preparar-se para as intempéries que possam surgir e conduzir sua nau com destreza para o destino previamente estipulado, sem que a URGÊNCIA da mudança chegue sem aviso e naufrague a embarcação, com todos a bordo, sem que haja chance de reação.

Baseado nos textos de César Souza e João Francisco Rached, publicados no livro Manual de Gestão de Pessoas e Equipes: estratégias e tendências, vol. 1 – São Paulo, Ed. Gente, 2002, sob a organização de Gustavo e Magdalena Boog, e na própria experiência do autor.

Por Bruno Mathias (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)